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terça-feira, 24 de novembro de 2009
Falando Francamente
Arnaldo Nogueira participou dos primórdios do telejornalismo no Brasil. O repórter possuiu um programa de entrevistas chamado Falando Francamente que era exibido em meados dos anos 50 na TV Tupi. O primeiro talk-show da TV brasileira ficou onze anos no ar. Uma das entrevistas se tornou histórica.
Arnaldo falava francamente com Marechal Rondon, militar famoso à época, mas o papo ficou franco demais. Quando Marechal Rondon criticou o guaraná servido durante a entrevista, via-se um Arnaldo mais branco do que de costume nas tevês preto e branco da época. O programa era ao vivo, não havia como editar. O Guaraná Champanhe cancelou o patrocínio um dia depois.
O jornalista Arnaldo Nogueira entrevistaria o Marechal sabendo que iria perder o patrocínio? Provavelmente, não. Mas este é o cerne da questão. Jornalista não se curva perante seus anunciantes. Jornalista cede aos interesses da sociedade.
Em 2008 o site Gamespot anunciava diversos jogos de computador. No mesmo site, foi publicada a resenha de um jogo por um jornalista. Tal jogo era anunciado no site, o problema foi a nota dada pelo jornalista, uma nota baixa. O jornalista foi demitido. Nenhuma das três partes (anunciante, site e jornalista) confirmou que a demissão foi motivada pela resenha. Mas com certeza ajudou para tal.
Temos aqui um exemplo claro de influência dos anunciantes no conteúdo jornalístico. É dever fazer as devidas críticas ao jogo, se ele assim merecer. Jornalista não deve se curvar a anunciantes. Mesmo sem emprego, mantém seu caráter íntegro.
No Brasil as coisas não são diferentes, a rede Globo, por exemplo, deveria veicular um Globo Repórter com os males do alcoolismo, já que o programa vem recebendo críticas quanto ao conteúdo nos últimos meses, seria uma prestação de serviço exemplar. Mas isto não ocorre, talvez pelo número de anunciantes de cerveja do canal? Talvez.
Recentemente, o jornal americano The New York Times publicou uma matéria financiada pelos próprios leitores. A solução parece inteligente, o público pagaria pelo seu próprio conteúdo, este, chegaria limpo às suas mãos, sem risco de que tal conteúdo tivesse algum tipo de influência dos anunciantes. Afinal, os anunciantes não existiriam, a matéria seria bancada pelo próprio leitor. O interesse defendido pelo jornalista seria apenas o interesse do cidadão.
A intenção é maravilhosa, mas a ideia de o leitor financiar matérias soa utópica. O mundo está se tornando auto-suficiente em relação às notícias. As redes sociais, a troca de informações entre os próprios cidadãos se torna cada dia mais comum. A imprensa deve focar seu conteúdo para os cidadãos. Anunciantes virão naturalmente, mas antes, é preciso criar credibilidade para servir de vitrine para as propagandas. Lembrando que, departamentos comerciais e editoriais não devem se misturar.
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sábado, 10 de outubro de 2009
Salvem o Jornalismo
A Facamp fechou seu curso de jornalismo e atribuiu a extinção à decisão do Supremo Tribunal Federal que deu fim a exigência do diploma de jornalista para exercer a profissão.
Pela primeira vez em dez anos o curso de jornalismo da USP não obteve mais de dois mil inscritos para concorrer a uma das 60 vagas oferecidas pela Universidade.
Tais acontecimentos devem-se a desregulamentação da profissão e também, como dito anteriormente, o fim da exigência do diploma para exercício da mesma.
Por outro lado o ano foi estimulante para os estudantes de jornalismo. O Pré-Sal em voga, a preconização do armamentismo para a defesa de nossas reservas de petróleo, a escolha do Brasil para sediar as Olimpíadas de 2016, o golpe de estado em Honduras com todos os pormenores que tornaram o Brasil coadjuvante do fato, as reviravoltas no cenário político e ainda teremos as eleições em 2010 e a Copa do Mundo em 2014.
O cenário é benéfico para a profissão, mas a procura por ela não reflete isso. O problema é a descrença no quão benéfico e útil são os ensinamentos do curso. Vemos exemplos, principalmente na TV e na Internet, de que não é preciso muito para exercer nosso trabalho. Aí que mora o erro. Os exemplos são de um jornalismo “feito nas coxas”, sem preceitos básicos ou qualquer compromisso com o cidadão. Mas isso é jornalismo com data de validade. Não dura.
Darei dois exemplos de irresponsabilidade jornalística. O primeiro deles aconteceu há pouco. Horas depois da explosão da loja de fogos de artifício em Santo André um famoso portal deu que o número de mortos chegaria a onze. Daí seguiu-se uma enxurrada de “copiar e colar” e todos foram atrás deste mesmo portal. Eu ouvia a rádio Band News que se manteve lúcida. No fim, a informação estava incorreta e a rádio deu a notícia certa desde o princípio, sem azáfama. Outro exemplo é mais famoso. Entrevista com o PCC no Domingo Legal apresentado à época por Gugu Liberato. Em síntese, o programa exibiu uma matéria em que supostamente eram entrevistados membros da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Entre os absurdos, os membros da gangue ameaçaram o apresentador José Luís Datena e o Padre Marcelo Rossi. A infame matéria era falsa.
Tais exemplos demonstram que qualquer um realmente pode fazer jornalismo. Mas os exemplos também mostram que se não houver compromisso com o cidadão e com a verdade, o jornalismo é amador e descartável. Aí que entra a universidade. O curso de jornalismo constrói um profissional responsável. Simples assim. Em suma, estudar é imprescindível para o exercício correto da profissão de jornalista. Na universidade ou em casa, a chave para a salvação da profissão é um melhor preparo de seus atuantes.
Se você quiser seguir o exemplo abaixo, siga, mas eu te garanto que antes de completar 30 anos você estará desempregado ou forjando notícias para ganhar vida.
http://www.youtube.com/watch?v=eywqbGRQlls
Pela primeira vez em dez anos o curso de jornalismo da USP não obteve mais de dois mil inscritos para concorrer a uma das 60 vagas oferecidas pela Universidade.
Tais acontecimentos devem-se a desregulamentação da profissão e também, como dito anteriormente, o fim da exigência do diploma para exercício da mesma.
Por outro lado o ano foi estimulante para os estudantes de jornalismo. O Pré-Sal em voga, a preconização do armamentismo para a defesa de nossas reservas de petróleo, a escolha do Brasil para sediar as Olimpíadas de 2016, o golpe de estado em Honduras com todos os pormenores que tornaram o Brasil coadjuvante do fato, as reviravoltas no cenário político e ainda teremos as eleições em 2010 e a Copa do Mundo em 2014.
O cenário é benéfico para a profissão, mas a procura por ela não reflete isso. O problema é a descrença no quão benéfico e útil são os ensinamentos do curso. Vemos exemplos, principalmente na TV e na Internet, de que não é preciso muito para exercer nosso trabalho. Aí que mora o erro. Os exemplos são de um jornalismo “feito nas coxas”, sem preceitos básicos ou qualquer compromisso com o cidadão. Mas isso é jornalismo com data de validade. Não dura.
Darei dois exemplos de irresponsabilidade jornalística. O primeiro deles aconteceu há pouco. Horas depois da explosão da loja de fogos de artifício em Santo André um famoso portal deu que o número de mortos chegaria a onze. Daí seguiu-se uma enxurrada de “copiar e colar” e todos foram atrás deste mesmo portal. Eu ouvia a rádio Band News que se manteve lúcida. No fim, a informação estava incorreta e a rádio deu a notícia certa desde o princípio, sem azáfama. Outro exemplo é mais famoso. Entrevista com o PCC no Domingo Legal apresentado à época por Gugu Liberato. Em síntese, o programa exibiu uma matéria em que supostamente eram entrevistados membros da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Entre os absurdos, os membros da gangue ameaçaram o apresentador José Luís Datena e o Padre Marcelo Rossi. A infame matéria era falsa.
Tais exemplos demonstram que qualquer um realmente pode fazer jornalismo. Mas os exemplos também mostram que se não houver compromisso com o cidadão e com a verdade, o jornalismo é amador e descartável. Aí que entra a universidade. O curso de jornalismo constrói um profissional responsável. Simples assim. Em suma, estudar é imprescindível para o exercício correto da profissão de jornalista. Na universidade ou em casa, a chave para a salvação da profissão é um melhor preparo de seus atuantes.
Se você quiser seguir o exemplo abaixo, siga, mas eu te garanto que antes de completar 30 anos você estará desempregado ou forjando notícias para ganhar vida.
http://www.youtube.com/watch?v=eywqbGRQlls
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terça-feira, 9 de junho de 2009
Simonal - Ninguém Sabe o Duro Que Dei

O documentário conta a história do cantor Wilson Simonal. Simonal fez muito sucesso no fim da década de 60 até o início dos anos 70. Era conhecido com o rei do suingue, o cantor das multidões. Após acusação de ser informante da ditadura militar, Simonal foi condenado por seus colegas do meio artístico, e pelos meios de comunicação, ao ostracismo.
O filme segue uma cronologia que faz o espectador entrar em conflito consigo mesmo. Vemos que Simonal era um ídolo verdadeiro. Talvez o grande ídolo da época, ao lado de Roberto Carlos. O cantor tinha produtos com seu nome. Apresentava um programa de TV. Simonal era como diz Chico Anysio, o “Rei da Cocada Preta”. Mas quando ele comete o erro de se envolver, mesmo que inconscientemente, com torturadores da ditadura, vê sua queda começar.
Simonal desconfiou que seu contador estivesse roubando o. Mandou seus seguranças lhe darem uma surra. Os seguranças levaram o homem ao DOPS (Departamento de Ordem Política e Social) e a seus torturadores. Após a surra, o contador, Raphael Viviani acusou Simonal formalmente de sequestro. No dia seguinte, deu se a confusão. Os jornais noticiaram a ligação de Simonal com o órgão militar.
Apesar de ser homem público, o cantor era um ignorante aos assuntos políticos. Não sabia que o peso de se intitular informante da direita, mesmo que em tom sarcástico como foi feito lhe marcaria para o resto da vida e daria fim à sua promissora carreira.
Os jornais da época, numa claríssima falta de respeito aos princípios do jornalismo objetivo e imparcial, noticiavam os boatos sobre o caso. As versões eram transformadas em fatos, principalmente após as brincadeiras de Simonal sobre ser informante da direita. Ele foi acusado pelo Pasquim, de ser dedo duro da ditadura. É interessante vermos que a irresponsabilidade jornalística dos meios da época se contrapõe à imparcialidade do documentário. O diretor Cláudio Manoel se preocupou em ouvir os dois lados, pela primeira vez, o contador de Simonal na época, e coadjuvante do acontecimento que deu início à queda do cantor, é ouvido. Visivelmente abalado ao ter que falar sobre o caso, percebemos que sua vida também fora fortemente afetada pelo episódio. Terminada a sessão, o espectador certamente irá se perguntar se Simonal mereceu ou não seus anos de exclusão. A resposta com certeza será não. Wilson Simonal foi um dos maiores injustiçados da história recente de nosso país.
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sexta-feira, 22 de maio de 2009
1º Fórum de Jornalismo realizado na Unisa - Universidade de Santo Amaro
Na última segunda-feira (18/05) a UNISA (Universidade de Santo Amaro) realizou seu primeiro Fórum de Jornalismo cujo tema principal era o fim da Lei de Imprensa e as perspectivas para o futuro do jornalismo brasileiro.
A abertura do evento ficou por conta de Mario J. Silva, que apresentou a revista Brasileiros aos estudantes presentes. Mario contou como Helio Campos Mello, fundador da Brasileiros, teve de tirar dinheiro do próprio bolso para tocar seu projeto. Helio dizia que nenhum veículo de Comunicação nacional falava bem do país, por isso decidiu criar a revista. A revista propõe forma interativa de comunicação, prova disso é o caso das estudantes Thaís Pinheiros e Thaisa Fernandes, que tiveram seu TCC transformado em matéria para a Brasileiros. Seguindo veículos de Comunicação como a TV Câmara, a revista Brasileiros disponibiliza seu acervo para publicação pública, em troca, pedem apenas que a revista seja citada como fonte. Findada apresentação da revista, principal evento da noite, debate sobre o Fim da Lei de Imprensa, estava prestes a começar.
Com a revogação da Lei de Imprensa, milhares de ações contra jornalistas ficaram a mercê de julgamentos feitos utilizando paralelismos das leis existentes. Há também um vácuo deixado sobre a questão do Direito de Resposta a quem se sinta prejudicado em noticiário. Detalhado na extinta Lei de Imprensa, é apenas mencionado na Constituição. O exemplo mais famoso de uso do direito de resposta, como detalhado na extinta Lei, é o caso de Leonel Brizola contra Rede Globo:
A mesa foi composta pelo Deputado Federal Celso Russomano, o Desembargador Doutor Laércio Laurelli, os advogados Mauro Nacif, Paulo Cremonesi, Tito Livio Moreira e o jornalista João Luiz Andrade Guimarães. O mediador foi o professor e jornalista Wagner Belmonte.
Cada participante fez uma explanação introdutória sobre o tema em questão. Tal explanação mostrou que as opiniões eram divergentes. Deputado Federal Celso Russomano deu início ao debate. Segundo Russomano, há um vácuo deixado com o fim da Lei. O deputado citou o Direito de Resposta como exemplo e disse que havia projetos para que a lei fosse moldada aos dias de hoje. Desembargador Laércio Laurelli, disse que não há vácuo e que este pode ser dado como desculpa para impunidade. O famoso advogado Criminalista Mauro Nacif citou exemplos de temas polêmicos que não poderiam ser discutidos com a Lei de Imprensa em voga e que hoje são. Nacif disse ainda que a extinta lei “é um lixo da época da ditadura”. Paulo Cremonesi compactua com a opinião de Russomano, para o advogado há um vácuo claro com o fim da Lei de Imprensa.
O evento seguiu e outros assuntos foram abordados, entre eles, a legalização da maconha, os abusos dos meios de comunicação e o terceiro mandato de Lula. O Fórum teve parte transmitida ao vivo pela TV Unisa e foi integralmente transmitido via Twitter, inclusive, o conteúdo da página foi utilizado para produção deste texto. Confira link abaixo:
A abertura do evento ficou por conta de Mario J. Silva, que apresentou a revista Brasileiros aos estudantes presentes. Mario contou como Helio Campos Mello, fundador da Brasileiros, teve de tirar dinheiro do próprio bolso para tocar seu projeto. Helio dizia que nenhum veículo de Comunicação nacional falava bem do país, por isso decidiu criar a revista. A revista propõe forma interativa de comunicação, prova disso é o caso das estudantes Thaís Pinheiros e Thaisa Fernandes, que tiveram seu TCC transformado em matéria para a Brasileiros. Seguindo veículos de Comunicação como a TV Câmara, a revista Brasileiros disponibiliza seu acervo para publicação pública, em troca, pedem apenas que a revista seja citada como fonte. Findada apresentação da revista, principal evento da noite, debate sobre o Fim da Lei de Imprensa, estava prestes a começar.
Com a revogação da Lei de Imprensa, milhares de ações contra jornalistas ficaram a mercê de julgamentos feitos utilizando paralelismos das leis existentes. Há também um vácuo deixado sobre a questão do Direito de Resposta a quem se sinta prejudicado em noticiário. Detalhado na extinta Lei de Imprensa, é apenas mencionado na Constituição. O exemplo mais famoso de uso do direito de resposta, como detalhado na extinta Lei, é o caso de Leonel Brizola contra Rede Globo:
A mesa foi composta pelo Deputado Federal Celso Russomano, o Desembargador Doutor Laércio Laurelli, os advogados Mauro Nacif, Paulo Cremonesi, Tito Livio Moreira e o jornalista João Luiz Andrade Guimarães. O mediador foi o professor e jornalista Wagner Belmonte.
Cada participante fez uma explanação introdutória sobre o tema em questão. Tal explanação mostrou que as opiniões eram divergentes. Deputado Federal Celso Russomano deu início ao debate. Segundo Russomano, há um vácuo deixado com o fim da Lei. O deputado citou o Direito de Resposta como exemplo e disse que havia projetos para que a lei fosse moldada aos dias de hoje. Desembargador Laércio Laurelli, disse que não há vácuo e que este pode ser dado como desculpa para impunidade. O famoso advogado Criminalista Mauro Nacif citou exemplos de temas polêmicos que não poderiam ser discutidos com a Lei de Imprensa em voga e que hoje são. Nacif disse ainda que a extinta lei “é um lixo da época da ditadura”. Paulo Cremonesi compactua com a opinião de Russomano, para o advogado há um vácuo claro com o fim da Lei de Imprensa.
O evento seguiu e outros assuntos foram abordados, entre eles, a legalização da maconha, os abusos dos meios de comunicação e o terceiro mandato de Lula. O Fórum teve parte transmitida ao vivo pela TV Unisa e foi integralmente transmitido via Twitter, inclusive, o conteúdo da página foi utilizado para produção deste texto. Confira link abaixo:
segunda-feira, 18 de maio de 2009
FÓRUM DE JORNALISMO NA UNISA
https://twitter.com/forumjornalismo - Transmissão, via Twitter, do 1º Fórum de Jornalismo da Unisa ao vivo dia 18/05
“Fim da Lei de Imprensa: Perspectivas para o jornalismo brasileiro” é tema de Fórum na Unisa
Primeiro Fórum de Jornalismo da Unisa reúne desembargador e deputado federal e, entre outros convidados, traz o advogado Mauro Nacif, que defendeu a estudante Suzane Von Richthofen, ré confessa de envolvimento no assassinato dos pais dela em 2002. Na pauta, a responsabilidade profissional de mídia com a revogação da Lei de Imprensa, pelo Supremo Tribunal Federal no mês passado
EVENTO SERÁ TRANSMITIDO NO CANAL UNIVERSITÁRIO (TV UNISA) A PARTIR DAS 20H30, AO VIVO, COM POSSIBILIDADE DE INTERAÇÃO DOS TELESPECTADORES
A Unisa realizará na próxima segunda-feira, 18 de maio, às 18h40, o Primeiro Fórum de Jornalismo da instituição no qual será debatido o fim da Lei de Imprensa e as perspectivas e os desafios que se abrem para o exercício da profissão.
A mesa de debates será composta pelo desembargador Laércio Laurelli, pelo deputado federal Celso Russomano, pelos advogados Paulo Cremonesi e Mauro Nacif e pelo jornalista João Luiz de Andrade Guimarães, com mediação do professor Wagner Belmonte e coordenação geral do professor Anderson Gurgel .
O evento, que ocorrerá no auditório do Campus II da Unisa, localizado na Rua Isabel Schmidt – número 349, em Santo Amaro , terá parte da sua programação transmitida ao vivo na TV Unisa (Canal Universitário (NET 11 / TVA 71), a partir das 20h30, com possibilidade de os telespectadores de toda a Grande São Paulo interagir com os participantes fazendo perguntas e enviando dúvidas.
A abertura do Fórum de Jornalismo, ainda, contará com a participação de representantes da Revista Brasileiros que inaugurarão no Campus II da Unisa a exposição “Protagonistas do Brasil”, composta com mais de trinta telas mesclando fotojornalismo e trechos de algumas das principais reportagens dessa revista e que ajudam a conhecer um pouco dos perfis de brasileiros das mais variadas realidades. A exposição ficará aberta ao público das 18h às 22h na sala de eventos localizada próxima à entrada da lanchonete e poderá ser visitada gratuitamente entre os dias 18 e 21 de maio. No local, ainda haverá sorteio de assinaturas e distribuição de exemplares aos estudantes e visitantes.
Breve perfil dos participantes:
Desembargador Doutor Laércio Laurelli, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Iniciou sua carreira jurídica em 1971, destacando-se como assistente do Ministério Público no Tribunal do Júri. Especializou-se em Direito Penal pela Escola Paulista da Magistratura. Em março de 2005 foi nomeado para presidir a Sétima Câmara Auxiliar – Seção Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo. Atualmente é professor de pós-graduação da Faculdade Presbiteriana Mackenzie e do IPEC
Dr. Mauro Otávio Nacif é Advogado criminalista formado pela Faculdade Mackenzie, em 1969, Dr. Mauro foi eleito “O Advogado Criminalista do Ano”. Compõe sua carreira profissional com aproximadamente 800 júris realizados, e 500 sustentações orais produzidas em Tribunais Superiores Brasileiros. Autor de inúmeros artigos e estudos jurídicos na área criminal. Entre os casos célebres defendidos por ele, está o caso Suzane Richthofen.
Deputado Federal Celso Ubirajara Russomano Trabalhou no SBT como repórter do “AQUI AGORA”. Na Record, atuou no “CIDADE ALERTA”. Deputado federal no quarto mandato, ele apresenta atualmente o Programa Celso Russomanno na Rede Brasil, canal 59 UHF São Paulo. É responsável por diversas colunas sobre Defesa do Consumidor em vários jornais e revistas do país.
Dr. Paulo Cremonesi é Advogado, Jornalista, diretor da Escola de Advocacia Criminal (Acrimesp), Presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Acrimesp, Membro do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB/SP. Foi Secretário Nacional de Direito Econômico. Coordenou a ação Governamental de defesa do Plano Real. Chefiou a Força Tarefa de combate a fraude e adulteração de combustíveis.
João Luiz de Andrade Guimarães é diretor da Ricardo Xavier Recursos Humanos. Como jornalista, atuou durante mais de 30 anos no jornal O Estado de S. Paulo, onde exerceu, entre outras, a função de Secretário-editorial-gráfico no auge da ditadura militar, tendo vivido o período de censura da Lei de Imprensa de perto. É também formado em administração de empresas.
AGENDA:
Primeiro Fórum de Jornalismo da Unisa
“Fim da Lei de Imprensa: Perspectivas para o Jornalismo”.
Dia 18 de maio, das 18h40 às 22h40
Unisa – Universidade de Santo Amaro – Campus II
Rua Izabel Schmidt, 349 – Santo Amaro
Mais informações: Tel. 2141-8924
Contato da coordenação do curso (A/C Anderson Gurgel ): agurgel@unisa.br
Programa-debate sobre o fim da Lei de Imprensa e o papel do Jornalismo – TV Unisa (CNU – Net 11 / TVA 71): dia 18, às 20h30, ao vivo.
“Fim da Lei de Imprensa: Perspectivas para o jornalismo brasileiro” é tema de Fórum na Unisa
Primeiro Fórum de Jornalismo da Unisa reúne desembargador e deputado federal e, entre outros convidados, traz o advogado Mauro Nacif, que defendeu a estudante Suzane Von Richthofen, ré confessa de envolvimento no assassinato dos pais dela em 2002. Na pauta, a responsabilidade profissional de mídia com a revogação da Lei de Imprensa, pelo Supremo Tribunal Federal no mês passado
EVENTO SERÁ TRANSMITIDO NO CANAL UNIVERSITÁRIO (TV UNISA) A PARTIR DAS 20H30, AO VIVO, COM POSSIBILIDADE DE INTERAÇÃO DOS TELESPECTADORES
A Unisa realizará na próxima segunda-feira, 18 de maio, às 18h40, o Primeiro Fórum de Jornalismo da instituição no qual será debatido o fim da Lei de Imprensa e as perspectivas e os desafios que se abrem para o exercício da profissão.
A mesa de debates será composta pelo desembargador Laércio Laurelli, pelo deputado federal Celso Russomano, pelos advogados Paulo Cremonesi e Mauro Nacif e pelo jornalista João Luiz de Andrade Guimarães, com mediação do professor Wagner Belmonte e coordenação geral do professor Anderson Gurgel .
O evento, que ocorrerá no auditório do Campus II da Unisa, localizado na Rua Isabel Schmidt – número 349, em Santo Amaro , terá parte da sua programação transmitida ao vivo na TV Unisa (Canal Universitário (NET 11 / TVA 71), a partir das 20h30, com possibilidade de os telespectadores de toda a Grande São Paulo interagir com os participantes fazendo perguntas e enviando dúvidas.
A abertura do Fórum de Jornalismo, ainda, contará com a participação de representantes da Revista Brasileiros que inaugurarão no Campus II da Unisa a exposição “Protagonistas do Brasil”, composta com mais de trinta telas mesclando fotojornalismo e trechos de algumas das principais reportagens dessa revista e que ajudam a conhecer um pouco dos perfis de brasileiros das mais variadas realidades. A exposição ficará aberta ao público das 18h às 22h na sala de eventos localizada próxima à entrada da lanchonete e poderá ser visitada gratuitamente entre os dias 18 e 21 de maio. No local, ainda haverá sorteio de assinaturas e distribuição de exemplares aos estudantes e visitantes.
Breve perfil dos participantes:
Desembargador Doutor Laércio Laurelli, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Iniciou sua carreira jurídica em 1971, destacando-se como assistente do Ministério Público no Tribunal do Júri. Especializou-se em Direito Penal pela Escola Paulista da Magistratura. Em março de 2005 foi nomeado para presidir a Sétima Câmara Auxiliar – Seção Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo. Atualmente é professor de pós-graduação da Faculdade Presbiteriana Mackenzie e do IPEC
Dr. Mauro Otávio Nacif é Advogado criminalista formado pela Faculdade Mackenzie, em 1969, Dr. Mauro foi eleito “O Advogado Criminalista do Ano”. Compõe sua carreira profissional com aproximadamente 800 júris realizados, e 500 sustentações orais produzidas em Tribunais Superiores Brasileiros. Autor de inúmeros artigos e estudos jurídicos na área criminal. Entre os casos célebres defendidos por ele, está o caso Suzane Richthofen.
Deputado Federal Celso Ubirajara Russomano Trabalhou no SBT como repórter do “AQUI AGORA”. Na Record, atuou no “CIDADE ALERTA”. Deputado federal no quarto mandato, ele apresenta atualmente o Programa Celso Russomanno na Rede Brasil, canal 59 UHF São Paulo. É responsável por diversas colunas sobre Defesa do Consumidor em vários jornais e revistas do país.
Dr. Paulo Cremonesi é Advogado, Jornalista, diretor da Escola de Advocacia Criminal (Acrimesp), Presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Acrimesp, Membro do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB/SP. Foi Secretário Nacional de Direito Econômico. Coordenou a ação Governamental de defesa do Plano Real. Chefiou a Força Tarefa de combate a fraude e adulteração de combustíveis.
João Luiz de Andrade Guimarães é diretor da Ricardo Xavier Recursos Humanos. Como jornalista, atuou durante mais de 30 anos no jornal O Estado de S. Paulo, onde exerceu, entre outras, a função de Secretário-editorial-gráfico no auge da ditadura militar, tendo vivido o período de censura da Lei de Imprensa de perto. É também formado em administração de empresas.
AGENDA:
Primeiro Fórum de Jornalismo da Unisa
“Fim da Lei de Imprensa: Perspectivas para o Jornalismo”.
Dia 18 de maio, das 18h40 às 22h40
Unisa – Universidade de Santo Amaro – Campus II
Rua Izabel Schmidt, 349 – Santo Amaro
Mais informações: Tel. 2141-8924
Contato da coordenação do curso (A/C Anderson Gurgel ): agurgel@unisa.br
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